Mundialização do ficcional: O si mesmo como espetáculo e a reconfiguração dos rituais
DOI:
https://doi.org/10.7764/Tl.74.104-135Palabras clave:
ficção, Big Data, modernidadeResumen
O objetivo deste texto é refletir sobre ficcionalidade no século XXI a partir das relações entre a interpenetração global de mercados e a instancia cultural-simbólica da vida humana. O argumento que a ser desenvolvido possui a seguinte estrutura: Em um primeiro momento, vamos apresentar a topologia do presente desenvolvida por Byung-Chul Han, em que encontramos um diagnóstico da situação atual como um estado de progressiva atomização das relações sociais. A partir deste quadro, consideraremos a escrita autoficcional como um sintoma relacionado ao diagnóstico estabelecido por Han. Em seguida, a partir da oposição estabelecida pelo autor sul-coreano entre uma forma de percepção simbólica e uma forma de percepção serial, tentaremos abrir uma possibilidade de formular, de um ângulo teórico, o problema do ficcional no presente. Finalmente, apresentaremos como resultado uma hipótese que localiza e posiciona a ficção face aos desafios postos por uma cultura mundializada.
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