Dizer o interdito: Reflexões sobre Las cartas que no llegaron, de Mauricio Rosencof

Autores/as

  • Sérgio Luiz G. Gimenes Romero Universidade do Estado de Minas Gerais
  • Joyce C. Gimenes Romero Universidade Federal de Minas Gerais

DOI:

https://doi.org/10.7764/Tl.74.28-51

Palabras clave:

memória, identidade, silenciamento, ditadura uruguaia, Holocausto

Resumen

Este trabalho analisa Las cartas que no llegaron, do escritor uruguaio Mauricio Rosencof. Objetiva-se a apreensão da dinâmica discursiva que a obra instaura por meio das imbricações entre memória e identidade na constituição do sujeito frente à catástrofe histórica materializada em genocídio, ditadura, tortura e silenciamento. Narrativa manifestamente híbrida, em que se mesclam diferentes gêneros afins à escrita autobiográfica e de testemunho, a obra articula, a partir da carta enquanto instrumento e símbolo de mediação, uma dialética entre dito e interdito, entre memória e esquecimento, entre um passado irrecuperável e a necessidade de dizê-lo ainda que se recorra à ficção.

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Publicado

2024-07-15

Número

Sección

Artículos